Skip to main content

Duas cervejas de trigo, com a assinatura de uma cervejeira fundada em 1589 por um duque da Baviera.

Hofbräu quer dizer, à letra, “cervejeira da corte”. O nome explica a origem de uma marca que serviu duques e reis e se tornou um dos símbolos de Munique. A DCNBeers tem em catálogo duas das suas referências: a Hofbräu Original e a Hofbräu Schwarze Weisse.

Da mesa do duque às tabernas da cidade

Em 1589, o duque Guilherme V decidiu que a sua corte, com cerca de 600 pessoas, devia ter cerveja própria. Mandou erguer uma fábrica no Alter Hof, e foi buscar ao mosteiro de Geisenfeld o primeiro mestre cervejeiro, Heimeran Pongratz.

O filho do duque, Maximiliano I, apostou na cerveja de trigo, produzida a partir de 1602. A procura cresceu tão depressa que, em 1607, essa produção mudou-se para um edifício novo na Platzl, a praça onde a Hofbräuhaus continua a receber visitantes. Três anos depois, os taberneiros de Munique passaram a poder comprar ali, e a cerveja ducal chegou ao povo.

Em 1614, o mestre Elias Pichler criou a primeira Maibock da cidade. Produzir cerveja Bock foi, até 1818, um privilégio exclusivo da Hofbräu München.

Do reino ao Estado da Baviera

Quando a Baviera se tornou reino, em 1806, a casa passou a ser “real”. Em 1828, o rei Luís I autorizou que se servissem clientes no próprio edifício: começava aí a Hofbräuhaus tal como a conhecemos. O atual edifício da Platzl, com a sua janela saliente, abriu em 1897, e a marca apresenta-o como a cervejeira mais famosa do mundo.

Desde 1852, a empresa é propriedade do Estado bávaro, e assim continua. Em 1879, a direção registou o símbolo HB com coroa, que ainda identifica cada garrafa.

A ligação à Oktoberfest, a maior festa popular do mundo, também é antiga. A Hofbräu München tem tenda própria no recinto desde 1952; a de 1972 era então a maior do festival, com espaço para cerca de 10 mil pessoas.

Um selo de origem protegido

Há ainda um pormenor que pesa na hora de escolher. As cervejas Hofbräu München podem usar a designação “Münchner Bier”, uma Indicação Geográfica Protegida (IGP) da União Europeia exclusiva das cervejas produzidas em Munique. Para o consumidor, é uma garantia de autenticidade. Para quem vende, é um argumento que dispensa explicações.

Hofbräu Original: o clássico da casa

Estilo: Munich Helles | Teor alcoólico: 5,1% vol. | Formato: garrafa de 0,5 L

Foi esta a referência que tornou a marca conhecida fora da Alemanha. Leva água, malte claro, malte de Munique e lúpulo das variedades Herkules, Perle e Select.

No copo, mostra um dourado brilhante, coroado por espuma branca. O aroma é delicado e especiado, com um toque cítrico. Na boca, as notas leves de caramelo equilibram-se com o lúpulo floral, num corpo cheio que termina com um amargor fino. 

Hofbräu Schwarze Weisse: o trigo no seu lado escuro

Estilo: Schwarze Weisse | Teor alcoólico: 5,1% vol. | Formato: garrafa de 0,5 L

A Schwarze Weisse traz a outra grande especialidade da região: a cerveja de trigo, que a Hofbräu produz desde 1602. O nome resume-a bem. “Weisse” é como os bávaros chamam a este estilo; “schwarze” quer dizer preta.

Resulta de um processo de infusão intensivo, com malte de trigo, malte de Munique e malte de cevada claro. Tem cor de mogno, turvação marcada e uma espuma fina, cremosa e estável. Ao nariz, sobressai a banana, acompanhada de um apontamento de cravinho. No paladar, juntam-se uma doçura discreta de caramelo, um ligeiro torrado e sugestões de mel de floresta e ameixa.

Duas propostas que se completam

As duas referências cobrem perfis distintos, com a mesma origem, o mesmo teor alcoólico e o mesmo formato. Isso simplifica a gestão de stock e permite diversificar a carta e a prateleira sem complicar a encomenda. Seja num restaurante, numa garrafeira, num hotel ou num evento, a Hofbräu Munchen leva até ao cliente um pedaço da história de Munique, com um nome que se reconhece à primeira vista.

Se está interessad@ em incluir a cerveja HB na sua oferta, preencha o formulário abaixo e a nossa equipa entra em contacto consigo.

Leave a Reply